Moto Clube/RO [BRA] | ||||||||
Actualizado 14/09/2017 | ||||||||
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Nombre Oficial | ||||||||
Moto Clube | ||||||||
Fundación | ||||||||
12/05/1952 (72 años) | ||||||||
Status Actual | ||||||||
Cambió el nombre | ||||||||
Ubicación | ||||||||
Rua Quintino Bocaiúva, 1276 Centro - Porto Velho - Rondônia Brasil ![]() ![]() | ||||||||
Teléfono | ||||||||
(69)221-8000 | ||||||||
Retrospección | ||||||||
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Apodo(s) | ||||||||
Timão | ||||||||
Nombe Posterior | ||||||||
Moto | ||||||||
Equipo en Ranking | ||||||||
Moto Clube | ||||||||
Estadios como mandante (Partido(s) registrado(s)) | ||||||||
Historia | ||||||||
Outra data de fundação: 01/01/1954 (no hino está 12/05/52) Um cenário incomum é passar pela BR-364, sentido Rio Branco, no Acre, e ver um clube com uma área de 48 ha. (600m x 800m) abandonado a margem da rodovia. Quem vê não imagina a história e as glórias que esta agremiação tão adorada conquistou ao longo do tempo e cativou o torcedor porto-velhense com inúmeras conquistas tanto dentro como fora do estado. Apesar de possuir dois títulos do Copão da Amazônia e dez estaduais, o clube ficou marcado pela má administração. O Moto Clube simplesmente afundou em dívidas e não conseguiu fugir dos problemas financeiros, os quais se alastraram por vários anos. Atualmente, ao adentrar a sede social totalmente abandonada, o que se vê é um cenário diferente de no máximo dez anos atrás, quando inúmeros sócios freqüentavam e animavam cada espaço daquele que Porto Velho considerava como O Mais Querido. Vivenciar os famosos clássicos contra o Ferroviário era uma tremenda emoção e só quem os presenciou relembra os grandes momentos em que o estádio Aluízio Ferreira vivia lotado além de cada clube possuir sua própria torcida organizada. Segundo o torcedor e acadêmico de jornalismo, Marcos Souza, Rondônia tinha um campeonato organizado, de respeito e com os clubes tirando o seu (dinheiro) da renda do velho Aluizão, que tinha casa cheia todo fim de semana. Para Marcos, o decadência do Moto foi uma tristeza imensa para toda torcida e o fim de uma Era, onde o torcedor sentia vontade de freqüentar o estádio Aluízio Ferreira. "Era simplesmente fora do normal", afirma o ex-quarto zagueiro Wálter Santos que atuou tanto pelo Moto como pelo Ferroviário. Segundo Wálter, sem exagerar, era o que hoje se vê no Maracanã ou proporcional. Com torcida e carros se concentrando, além dos jogadores se dedicando em apresentar o melhor futebol ao público. Nas décadas de 70 e 80, o torcedor simplesmente sentia vontade e prazer de freqüentar o "velho" Aluizão, denominação carinhosa ao estádio Aluízio Ferreira, pois simplesmente cada partida era a esperança de se ver um grande espetáculo em campo, deixando saudades a quem realmente era amante do futebol amador. Com a profissionalização do futebol do estado, os torcedores imaginavam que o clube seguiria a tendência do futebol moderno, porém o Moto Clube simplesmente abandonou o esporte mais popular do mundo e passou a se dedicar a seus sócios. Com mais de 8 mil sócios cadastrados, o clube procurou se manter no período de 1989 até 1999, obtendo uma grande renda, porém com o passar do tempo, o Moto foi acumulando dívidas e simplesmente abandonado quando a situação ficou insustentável. O vertiginoso crescimento da dívida ainda é um mistério, pois todos os presidentes, os quais passaram pelo clube sempre colocam a culpa uns nos outros, mas nunca admitem o erro ou falha na administração. Segundo informações, a dívida do clube ultrapassa os R$ 100 mil reais, um valor considerado impagável para a atual situação econômica do Moto Clube, cuja estrutura física simplesmente se deteriora à margem da Br-364. Segundo um ex-funcionário do Moto Clube, o qual preferiu não revelar seu nome, era comum os presidentes simplesmente limparem o caixa após um final de semana e simplesmente não prestarem conta do dinheiro adquirido, o que contribuiu para a inadimplência dentro do clube. A morte do Moto não foi decretada apenas por abandonarem um dos clubes de maior torcida dentro do estado de Rondônia e que dificilmente voltará a ativa, mas sim por falhas dentro da administração do clube, principalmente durante o final da década de 90. Clube Social A presença de inúmeras famílias e amigos animavam os finais de semana do Moto Clube, além dos bailes e festas promovidas por sua diretoria que eram realmente um tremendo sucesso com a presença de muitas pessoas, contagiando cada vez mais o local. Atualmente o cenário apresenta piscinas imundas, matagal tomando conta da sede social e dos campos, estrutura metálica enferrujada, banheiros quebrados, salão de festas acabado pelo tempo...., simplesmente o caos tomou conta de um dos clubes mais charmosos da cidade, o qual encontra-se entregue ao tempo e principalmente ao esquecimento. O clube simplesmente foi esquecido pela sociedade porto-velhense e até por seus sócios, que sequer procuram os culpados pela atual situação do Moto Clube. Uma pena para a história do futebol e também para a população rondoniense que perdeu um local de lazer na cidade. Conquista O dia 17 de julho de 1977 jamais será esquecido pelo torcedor do Moto Clube de Porto Velho. Nesta data, o torcedor vibrou, chorou e comemorou juntamente com sua equipe a conquista do mais importante título da história do futebol rondoniense, a Taça da Integração da Amazônia, o popular Copão da Amazônia. O Moto Clube venceu o Rio Branco por um placar apertado e conquistou o título, que voltou a se repetir um ano depois no dia 13 de setembro de 1978 contra o mesmo adversário. | ||||||||
Título(s) | ||||||||
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Presidentes | ||||||||
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Himno | ||||||||
Autores: Hilton Valle / Onofre M. Mendes Meu alvi rubro Timão de raça O campeão das grandes decisões Eternamente erguendo as taças Orgulho e raça desse meu torrão Bi-campeão da Amazônia Ocidental Primeiro clube a jogar no Maracanã Em 1969, meu Moto Clube eu sou Teu fã Meu alvi rubro Timão de raça O campeão das grandes decisões Eternamente erguendo as taças Orgulho e raça desse meu torrão 12 de maio do ano de 52 Nasceu meu orgulho do esporte estadual Meu alvi rubro meu Moto Clube Timão de fé meu alto astral | ||||||||
Escudos en la línea de tiempo | ||||||||
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